Fundação de Cultura do Estado investe nas artes plásticas de Mato Grosso do Sul

Fonte: http://www.fundacaodecultura.ms.gov.br
21/01/2011 | Marcio Breda

Campo Grande (MS) – O governo do Estado, por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), investiu de forma acentuada na divulgação da produção, na oferta de capacitação, na criação de novos espaços, no estímulo ao intercâmbio com municípios e estados e também em uma aproximação maior do público com as artes plásticas.

O projeto Espelho das Artes Plásticas, criado na atual gestão, tornou visível a projeção das artes visuais das diversas regiões do Estado, realizando exposições e oficinas teóricas e práticas em 9 municípios pólo do Estado e regimentando cerca de 30 mil visitantes durante as mostras.

O programa também levou obras de artistas da Capital para o Interior e trouxe artistas do Interior para a Capital.

Américo Calheiros em exposição da artista Nilvana Mujica, no MARCO

Espaço criado na atual gestão para divulgação e comercialização de obras de artistas do Estado e do Brasil, o projeto Território Ocupado realizou nos últimos 4 anos 28 exposições envolvendo as distintas linguagens visuais, como instalação, pintura, esculturas e outras, mobilizando a participação de 39 700 visitantes que puderam conferir de perto as atuais tendências dessa área. O projeto também realizou encontros que debateram essas tendências.

É importante destacar também que nos festivais América do Sul e de Inverno de Bonito, bem como nas incursões feitas em outros estados e países, como nos projetos Mostra de Raiz Cultural do Codesul, Brasil Canta MS e I Jornada Cultural, a Fundação de Cultura sempre destinou um espaço para as artes plásticas.

O Museu de Arte Contemporânea (MARCO) realizou nesses 4 anos 16 temporadas de exposições, destacando novos talentos e artistas consagrados, enfocando pinturas, fotografias, instalações, esculturas e outras formas de expressão visual com grande prestígio do público da Capital e Interior.

O MARCO realizou em caráter permanente ações educativas com escolas de todo o Estado, cursos, oficinas e exposições de grande relevância como “Rebobine, Por Favor” e o projeto Galeria Caixa Brasil, dentre outros.

O Centro Cultural José Octávio Guizzo revitalizou a galeria Wega Nery, que realizou 19 exposições com artistas regionais e nacionais, reunindo um público de mais de 24 mil pessoas entre abril de 2007 e junho de 2010. No mesmo local foi criada a galeria Ignez Correa da Costa, que coloca obras do acervo do MARCO à visitação pelo público que circula na área central da Capital.

Obras do MARCO também percorreram grandes eventos e instituições, como a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em Campo Grande e a Prodiarte (Dourados).

A retomada do Salão de Arte de Mato Grosso do Sul em 2009, com sua 2ª edição em 2010, abriu mais uma vez espaço necessário para a divulgação de talentos do desenho, pintura, gravura escultura, fotografia, instalação, videoarte e linguagens periféricas, para que tivessem visibilidade e reconhecimento no cenário da arte regional e nacional.

“A possibilidade de termos obras que dialogassem com expressões da linguagem artística com novas tendências e criações permitiu aos apreciadores das artes plásticas uma excelente oportunidade e estabeleceu novas conexões com a participação de outros estados”, enfatizou Américo Calheiros, presidente da FCMS.

Em 2009 o Salão de Arte de Mato Grosso do Sul premiou 15 artistas selecionados com R$ 1 mil cada e 5 premiados com R$ 8 mil cada, totalizando R$ 55 mil reais. Já em 2010 o Salão premiou com R$ 1 mil 13 artistas selecionados e 7 premiados com R$ 6 mil cada, totalizando também R$ 55 mil.

“Foi uma verdadeira efervecência que o Salão, que estava há mais de 15 anos parado, provocou no meio das artes plásticas sul-mato-grossenses e do país”, analisou Calheiros.

Mostra da Temporada de Exposições do MARCO, aberta ao público

O projeto Interação ofereceu em sua 1ª etapa na Capital importantes cursos de capacitação na área das artes visuais: Curadoria e Montagem de Exposições, Manipulação de Materiais na Construção de Poética Artística (módulos I e II), História da Arte e Questões da Contemporaneidade e Organização de Dossiês.

Os cursos de Manipulação de Materiais na Construção de Obras e Exposições foram ministradas também em Coxim, Bonito, Ponta Porã, Dourados, Nova Andradina, Três Lagoas, Corumbá e Naviraí.

“Foram 4 anos importantes para as artes plásticas porque estabeleceu-se um diálogo com o Interior e com o Brasil, possibilitando um arejamento nas possibilidades da área das artes plásticas, analisa o presidente da FCMS, Américo Calheiros.

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